Crítica: The Flash – 4×05 – Girls Night Out

Crítica: The Flash – 4×05 – Girls Night Out

 

O texto a seguir é uma crítica referente ao episódio 4×05 da série The Flash. Se você ainda não assistiu, já puxa o freio de mão que vem spoiler daqui pra baixo.

Um episódio muito bom, com os toques de feminismo, despedida de solteiro do casal West-Allen e Barry bêbado sendo um legítimo bêbado.

O episódio começa com a presença de Felicity chegando no Star Labs e relembrando da insegurança do local, enquanto Dibny está se esticando no seu treinamento com o Time Flash.

O casal West-Allen planeja despedidas de solteiros tranquilas mas nada é tranquilo com a equipe. Na parte das mulheres, o capanga de Amunet aparece no jantar das garotas e Caitlin é obrigada a virar Nevasca para se defender e jogar longe o caolho estranho.

Na parte dos homens, após Cisco começar o vídeo de Barry criança, Ralph chega para mudar os planos dos rapazes e eles vão a um clube de strip. Aí temos o drink especial de Barry e nosso Flash impagavelmente bêbado. Embora ele fale diversas vezes que é o Flash, alguém percebeu que ele não foi o herói em nenhum momento do episódio?

Além disso, a justificativa para Barry não aparecer para ajudar as garotas foi apenas porque os celulares não são aprovados no clube de strip. Uma desculpa um pouco simples para justificar a ação das garotas em separado e elas poderem mencionar o #feminismo .

Caitlin vai atrás de Amunet e descobre que ela está com mais um dos meta-humanos do ônibus, um que chora uma “droga do amor”. E temos nessas partes do episódio todo o foco no feminismo da história da semana. As garotas se unindo para salvar o dia enquanto a filha de Cecile está no clube para um livro.

No clube, enquanto Barry declara seu amor por asinhas de frango e se questiona o motivo de Rose ter deixado Jack fora da porta (alô, Titanic), Ralph mostra que ainda tem um pouco de sujeira ao ser mão leve e arrumar a briga no strip club.

Parem, todos! Eu sou policial!

 

E eu sou o Flash!

Do outro lado da cidade, vemos Amunet, também meta-humana, sentando a porrada na Nevasca – até ela voltar a ser Caitlin. Após os sopapos, temos a dose de conversa dramática entre Caitlin e Iris, mas isso a gente já se acostumou. Presos, Barry e Joe também têm sua conversa dramática com o pavor de Joe em ter mais um filho.

Felicity consegue a localização de Amunet e as garotas vão sozinhas mesmo atrás da meta-humana. Claro que Caitlin/Nevasca precisaria aparecer. Ainda assim, na luta principal do episódio, mesmo sem o Flash, temos a já conhecida solução rápida dos problemas: um ímã. Tudo bem, um dia irão trabalhar melhor nisso.

O discurso motivacional do episódio também esteve presente, mas dessa vez foi de Iris para Caitlin para que ela não se torne a assassina a sangue frio (trocadilho intencional) e não mate a vilã dessa história.

Ainda temos: Barry de ressaca, Joe e Cecile confessando que estão pirados com a ideia de ter um filho e DeVoe reaparecendo para controlar novamente uma de suas crias nas cenas finais.

Nota do episódio: 7. O bom humor é o ponto forte da temporada. Tivemos as hilárias cenas de Barry bêbado, as referências (como Felicity falando que Caitlin/Nevasca é tipo Bruce Banner/Hulk e Titanic), mas tivemos alguns pontos negativos: Por mais feminista que seja, o que uma mulher grávida, uma noiva e outra ajudante de arqueiro vão fazer sozinhas contra uma meta-humana cercada de capangas armados? Também ficou previsível que a única a realmente mostrar seus poderes no episódio (Caitlin) apareceria para ajudar/salvar as garotas. Outro ponto negativo é a já mencionada solução rápida e rasa contra o vilão da vez e os discursos motivacionais de sempre.

Sigam-me os bons: