Crítica: The Flash – 5×20 – Gone Rogue

Crítica: The Flash – 5×20 – Gone Rogue

Barry continua com sua luta interna por causa da traição de sua filha, Nora West-Allen. Brie Larvan, Joss Jackam and Peter Merkel returnam a Central City para a nova versão da Galeria dos Vilões. Com um certo atraso, devido à correria da vida pessoal do Tio Du, confira a crítica do episódio “Gone Rogue”, que foi ao ar no último dia de abril e é o ante-penúltimo episódio do 5 ano de The Flash

Claro que, se você ainda não assistiu o episódio, você tá mais atrasado que o Tio Du e não deve seguir nesse post, pois tem spoiler.

Um dos motivos por ter demorado a escrever essa crítica foi devido à fraqueza desse episódio. Com situações bem forçadas, uma versão “jovem” da Galeria muito mais fraca e desnecessária que qualquer outra, “Gone Rogue” falhou em diversas partes, seja enrolando algumas cenas – e até o próprio episódio – em certas partes e ainda assim acelerando outras que não precisavam ser dessa forma. Pelo menos uma conquista para o episódio: O título de pior da temporada.

E olha que estou tentando ser bonzinho por ser fã do Flash e sempre estar extremamente ansioso pela próxima história. “Gone Rogue” aparece, em muitos momento, como um episódio de enrolação, ao colocar vilões anteriores em um grupo (bem ruim) que nada se assemelha àquela Galeria de Vilões que já teve Capitão Frio e Onda Térmica. Chega a ser uma ofensa aos atores anteriores. Mas vamos seguir com a análise.

Como dito, a enrolação desse episódio se justifica em somente 5%, graças ao episódio seguinte, “The Girl with the Red Lightning”. Porém, ao assistir na ordem correta e a cada semana, a única cena (os 5%) que são necessárias para a história do quinto ano são resumidas nos momentos finais, quando Nora explica o que roubou da instalação ultra secreta em questão.

Já os momentos que foram corridos desnecessariamente se referem justamente a Nora. Após usar a força de aceleração negativa no episódio anterior e ficar com raios claramente diferentes, ficou uma expectativa que uma versão mais “dark” da personagem fosse colocada por um episódio e ela pudesse até ficar mais vilanesca. Porém, do início para o fim do episódio, parece que toda a raiva e dor da personagem é curada e ela tá de volta ao lado dos pais, tão rápido quanto Flashpoint foi apresentado.

A parte vilã da personagem, mesmo que curta, é um dos poucos momentos a se elogiar em “Gone Rogue”. Quando ela começa a vibrar e ficar com os olhos vermelhos na frente de Barry ou quando ~convence Cisco ao vibrar a mão através do peito do rapaz, como Eobard fazia, foram os pontos positivos da história. Isso fica mais evidente mediante a tantos pontos negativos.

Posso estar forçando um pouco, mas os minutos vendo Barry “sentir a presença de Nora” no seu tempo através de sensores de táquions foi fraco, as conversas da Galeria Jovem foram fracas, assim como os motivos que as levaram a passar a perna em Nora. Além disso, toda a ação dentro da instalação foram bem sofríveis. Seja com Boneca de Pano entrando num cano, sendo que a Gideon havia avisado que era um trabalho para mais de uma pessoa. Ele conseguiria sozinho.

Embora tenha se provado útil até aquele momento, que vontade de desver o embate Joe e Iris x Boneca de Pano. Parecia filme pastelão a atuação de Joe tentando lutar contra o vilão, que simplesmente desmontou com um soco de Iris. Parabéns para quem fez esse filme da Sessão da Tarde como episódio de The Flash. Vou nem comentar sobre Iris, Joe e Barry terem usado o negócio do HR para se disfarçar de segurança ou de Sherloque fingindo ser o Flash pelo holograma. Pelo menos nesse último eu dei risada de tão bisonho.

Como se já não bastasse o “talento” de todas as atuações, conseguiram colocar ainda colocar novamente o fraco ator Chris Klein forçando sua voz em mais uma cena como Cicada ao lado de sua sobrinha, Cicada II, também sofrível e forçada. Com certeza, um episódio para pular se você quiser, um dia, ver toda a série de novo.

Fico triste por uma nota tão baixa para a minha série preferida, do herói preferido, mas “Gone Rogue” consegue o 1º lugar na categoria de episódio fraco, com nota 5. Poderia ser uma nota maior se esse fosse o episódio padrão de meio de temporada, daqueles que servem pra encher linguiça e enrolar. Não esperava a fraqueza apresentada no episódio 20 de 22.

Devido ao atraso, a crítica do episódio 5×21, “The Girl with the Red Lightning”, vai ser escrita na sequência e não colocarei a promo do episódio, que já foi ao ar. Acompanhe o site que chegará em breve a nova crítica! Comente também se eu forcei muito ao não gostar ou se concorda que “Gone Rogue” foi bem fraco.

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