Reimaginação do clássico dos anos 90 terá roteiro de Mary-Margaret Kunze e Jade Halley Bartlett.
Eles não se cansam. Mais um remake vem aí em Hollywood: o clássico “Free Willy” está de volta. A Warner Bros. firmou parceria com a AGBO para desenvolver uma nova versão do filme de aventura lançado em 1993.
A reimaginação será escrita por Mary-Margaret Kunze e Jade Halley Bartlett. A proposta é apresentar a história para uma nova geração, mantendo a essência emocional que marcou o original.
O filme original acompanha um jovem problemático que encontra propósito ao tentar libertar uma orca capturada e mantida em um aquário como atração turística. O sucesso foi imediato e deu origem a uma franquia com diversos lançamentos nos cinemas e no mercado doméstico.
Na produção, estão Angela Russo-Otstot, Michael Disco e Kassee Whiting. Já Anthony Russo e Joe Russo atuam como produtores executivos.
A AGBO segue expandindo seu portfólio de projetos. Entre eles, estão um novo filme de John Rambo estrelado por Noah Centineo, o thriller policial “The Whisper Man” com Robert De Niro, além de produções como “Avengers: Doomsday” e o terceiro filme da franquia “Extraction”.
A nova versão de “Free Willy” também contará com Lauren Shuler Donner e Courtney Baker como co-produtoras. A supervisão do projeto pela Warner ficará a cargo de Jesse Ehrman e Cate Adams.
Mary-Margaret Kunze iniciou sua carreira como executiva criativa na Marvel Television, trabalhando em séries como “Agents of SHIELD” e “Daredevil”. Mais recentemente, atuou como coprodutora executiva da série “The Boroughs”, da Netflix.
Já Jade Halley Bartlett fez sua estreia no cinema com “Miller’s Girl”, baseado em seu roteiro que ganhou destaque na Black List de 2016. O projeto foi produzido pela própria Kunze. Bartlett também criou a série “Icebreaker”, adaptação do romance jovem adulto de Hannah Grace, que será lançada pela Netflix.
Com isso, “Free Willy” se junta à lista de clássicos revisitados por Hollywood. A nova versão ainda não tem data de estreia confirmada, mas promete reacender a conexão emocional que marcou o público nos anos 90.
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